
-
Associando-se ás comemorações deste dia, Rabiscos Lousenses publicam um excerto de três poemas de autores portugueses, que além da beleza poética que encerram, reflectem bem a força desses ideais.
-
Mesmo na noite mais triste
Associando-se ás comemorações deste dia, Rabiscos Lousenses publicam um excerto de três poemas de autores portugueses, que além da beleza poética que encerram, reflectem bem a força desses ideais.
-
Mesmo na noite mais triste
em tempo de servidão
há sempre alguém que resiste
há sempre alguém que diz não.
-
(“Trova do Tempo que Passa” – Manuel Alegre)
Foi então que Abril abriu
-
(“Trova do Tempo que Passa” – Manuel Alegre)
Foi então que Abril abriu
as portas da claridade
e a nossa gente invadiu
a sua própria cidade.
(“As portas que Abril abriu “ – Ary dos Santos)
Eles não sabem, nem sonham,
que o sonho comanda a vida,
que sempre que um homem sonha
o mundo pula e avança
como bola colorida
entre as mãos de uma criança
(“Pedra Filosofal” – António Gedeão)
(“As portas que Abril abriu “ – Ary dos Santos)
Eles não sabem, nem sonham,
que o sonho comanda a vida,
que sempre que um homem sonha
o mundo pula e avança
como bola colorida
entre as mãos de uma criança
(“Pedra Filosofal” – António Gedeão)
-
Sem comentários:
Enviar um comentário