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terça-feira, 6 de setembro de 2011

Um passeio ao São Geraldo


Fotos de Ana Abrantes

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Já cheira a Primavera

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Hoje, algures na Lousa.
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quarta-feira, 21 de julho de 2010

Lagareta da Terra Grande

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Mais uma lagareta na Lousa que, infelizmente, se encontra bastante danificada restando apenas uma das pias.

Para quem a quiser visitar, fica na Terra Grande bem perto do Penedo da Boina.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Miradouro do Portalão

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Mais um curioso penedo que existe na Lousa na zona do Portalão (em direcção aos Lagares). Embora não tenha nome, como o “Penedo da Boina”, podemos chamar-lhe de “Miradouro do Portalão”, pois além da posição elevada em que se encontra tem também uma escadaria e um gradeamento que o tornam num autentico miradouro.
A paisagem que se alcança é deslumbrante e extensa. Dele podemos ver uma enorme extensão da zona raiana, terras de Espanha e o cabeço de Monsanto, como podem verificar pelo pormenor da última fotografia.
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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

O Penedo da Boina

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É verdade, na Lousa também há penedos com nome. Como podem ver pelas fotografias, o nome “Penedo da Boina” fica-lhe a matar, pois na realidade tem muita semelhança com uma boina vista de perfil (comparar com a gravura ao lado).
Só há dias, durante uma caçada aos javalis, soube da existência deste penedo e do seu nome, embora já tivesse passado imensas vezes na zona onde ele se encontra. No domingo passado, numa batida ás raposas, tive a oportunidade de o ver e fotografar. O guia foi o Mário Luís que contou que o nome de Penedo da Boina já é muito antigo, pois desde criança que o conhece. Também perguntei a várias pessoas idosas da freguesia que o confirmaram.
Para quem o quiser visitar, o Penedo da Boina fica ao fundo da Terra Grande junto aos eucaliptos dos Lagares. Entrando nos Gralhais pela estrada da Mata e seguindo sempre em frente pelo caminho de terra batida, chega-se lá com facilidade.
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terça-feira, 21 de abril de 2009

A pastorícia na Lousa

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A Lousa, integrada numa região de transumância e de pastos comuns, já teve, em tempos idos, a pastorícia como uma das suas grandes actividades económicas em que, além do queijo, a lã era exportada e outra vendida ás muitas fábricas de lanifícios que existiam em Portugal.
O fim dos pastos comuns trouxe, ao longo dos anos, a diminuição sucessiva desta actividade. Mais tarde, o advento da emigração quase que a liquidou.
A integração de Portugal na União Europeia e a política de apoios e subsídios, veio de novo dinamizar esta actividade na Lousa, embora sem a grandeza de antigamente. Mas, mesmo assim, ainda temos bonitos rebanhos, como o das fotos que se seguem tiradas na zona do S. Giraldo, um óptimo local para passear, onde além das ovelhas, podemos usufruir de uma bonita paisagem beirã e apreciar algum do nosso património (Capela de S. Giraldo e sepulturas medievais).
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sábado, 4 de abril de 2009

Primavera em flor

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Na Primavera, as giestas, bastante abundantes na nossa freguesia, emprestam ao campo uma tonalidade e beleza que vale a pena apreciar, ainda mais quando convivem as brancas e as amarelas, quer juntas quer separadas.

As fotos seguintes foram obtidas no caminho do São Geraldo (giestas amarelas) e no pinhal da Serrana (giestas brancas).
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quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Os Moinhos

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Para quem não sabe ou já não se lembra, a Lousa já foi terra de moleiros. Com efeito, na Ribeira de Alpreade e dentro dos limites da freguesia, havia em funcionamento três moinhos: o do Ti Moleiro, o do Ti Zé Rocha e o do Vaz Preto. Segundo julgo saber, mas que não conheço, na Tabeiró também havia um moinho da família Goulão.
Há dias fui até aos Moinhos. A ribeira encontra-se praticamente seca nesta altura do ano, mas como tinha comigo a máquina fotográfica, aproveitei para tirar umas fotos. Só não fui ao do Ti Moleiro, pois já estava calor e o caminho é um pouco acidentado.
É triste chegar ali e ver o estado em que se encontram. Completamente destruídos.
No do Ti Zé Rocha não se consegue ver praticamente nada. As silvas tomaram por completo conta do local. A lembrar que aquilo foi um moinho de água, apenas uma mó encostada à porta das ruínas e um bocado da caleira que conduzia a água para mover o moinho.
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No do Vaz Preto, o estado de degradação é semelhante, mas ainda dá para ver algumas coisas. Duas ou três mós entre as ruínas, algumas colunas que suportavam o sistema e os canais de saída da água e de regulação do caudal. Nas traseiras do moinho ainda existem dois fornos de cozer pão, que embora não estejam em muito bom estado ainda não ruíram.
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Segundo parece, o do Ti Moleiro encontra-se em igual estado. Um dia destes vou até lá.
É lamentável ver o grau de destruição a que chegou este riquíssimo património, que faz parte da nossa cultura. Creio que a sua recuperação agora, seria praticamente impossível.
Que pena, o local é tão lindo.
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terça-feira, 9 de setembro de 2008

Passeando ... S. Gens

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Mesmo sem água, a Ribeira de Alpreade junto à Ponte de S. Gens, é um local muito aprazível. Boas sombras e paisagem bonita. Um convite à meditação, à leitura, ao piquenique.
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domingo, 3 de agosto de 2008

Passeando ...(IV)

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Na Lousadinha (creio que é a propriedade do Camilo), uma nora das poucas que ainda cá existem. Falta o burrico e vê-se que já não trabalha à muitos anos. É completamente visível da estrada da Mata.

Para quem não sabe, a técnica utilizada nas noras é uma herança dos árabes, introduzida quando eles dominavam toda a região centro e sul do nosso país. A utilização nesse tempo deste tipo de engenho de tirar água, revolucionou completamente a agricultura.
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sexta-feira, 6 de junho de 2008

Passeando ...(III)

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A Lousa vista do recinto da Santa Bárbara.
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quarta-feira, 28 de maio de 2008

Passeando ...(II)

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... na Rua de Nossa Senhora dos Altos Céus, ao lado da casa do João Ângelo, ainda podemos ver esta bonita casa em pedra e o seu balcão. Infelizmente, de tantos balcões quinhentistas que havia na Lousa, é um dos poucos que restam, no seu estado original.
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quarta-feira, 7 de maio de 2008

O pipo vai pra casa, ai vai vai

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Na Rua da Assomada (infelizmente a casa está em ruínas).

Antigamente, quando o pipo era grande e não cabia na porta, tinha que se resolver o problema. Não podia ficar na rua.

Terra com muitos pedreiros, depressa arranjou solução. Bastava fazer este trabalho nas ombreiras e o pipo já estava em casa.

Uma relíquia que deveria ser preservada.
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segunda-feira, 5 de maio de 2008

Estacionamento do burro

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No Largo da Praça Velha. Lugar de estacionamento do burrito.
Creio ser o último exemplar de argola, onde antigamente o pessoal atava a viatura (o burro) à porta de casa.
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quarta-feira, 30 de abril de 2008

Passeando ...(I)

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A Lousa vista do caminho da Mata, junto ao Alto dos Gralhais.
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