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segunda-feira, 16 de julho de 2012

Mel - ouro da nossa terra

Chegou o calor e com ele o tempo da cresta. É tempo de ir ás colmeias e beneficiar do trabalho árduo de milhares de abelhas que ao longo do ano, mas principalmente na Primavera, retiram o néctar das flores e o transformam, através de um processo químico natural, em mel, importante alimento para o equilíbrio do nosso organismo, devido à glicose e frutose que contém.
Infelizmente como o ano tem sido muito seco a primavera foi pouco florida o que teve como consequência uma baixa produção de mel, não afectando contudo a sua qualidade. Nunca é demais relembrar que o nosso mel, com aquela tonalidade de ouro tão característica, é na sua maior parte proveniente de ervas aromáticas, principalmente o rosmaninho, o que lhe confere uma qualidade excepcional em termos de sabor.
Deixamos aqui algumas fotos do passado sábado, em que podemos ver a retirada do mel, ainda por métodos artesanais, por alguns apicultores da Lousa.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

A Lousa em 1934

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Recebemos do Eduardo Nunes Toscano, a quem agradecemos, uma fotocópia tirada de um Anuário de 1934, com dados muito interessantes sobre a Lousa dessa época, principalmente no que respeita ás actividades económicas então praticadas, das quais realço a curiosidade da existência de um “armador d’igrejas” e de duas “estalagens”.
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Quem quiser fazer uma comparação com o ano de 1959, vinte e cinco anos depois, poderá ir ao Cantinho (aqui), onde encontrará também informação exaustiva sobre esse assunto.
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quinta-feira, 28 de maio de 2009

Bienal do Azeite'09

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Castelo Branco vai ser o palco da II Feira Nacional do Azeite, que vai decorrer nos próximos dias 29, 30 e 31 de Maio, com a finalidade de promover um produto que representa uma grande importância no panorama agro-alimentar.

Como o azeite ainda representa uma actividade económica com algum peso na Lousa, penso que visitar a feira será interessante, pelo que deixamos aqui o seu vasto programa .

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terça-feira, 21 de abril de 2009

A pastorícia na Lousa

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A Lousa, integrada numa região de transumância e de pastos comuns, já teve, em tempos idos, a pastorícia como uma das suas grandes actividades económicas em que, além do queijo, a lã era exportada e outra vendida ás muitas fábricas de lanifícios que existiam em Portugal.
O fim dos pastos comuns trouxe, ao longo dos anos, a diminuição sucessiva desta actividade. Mais tarde, o advento da emigração quase que a liquidou.
A integração de Portugal na União Europeia e a política de apoios e subsídios, veio de novo dinamizar esta actividade na Lousa, embora sem a grandeza de antigamente. Mas, mesmo assim, ainda temos bonitos rebanhos, como o das fotos que se seguem tiradas na zona do S. Giraldo, um óptimo local para passear, onde além das ovelhas, podemos usufruir de uma bonita paisagem beirã e apreciar algum do nosso património (Capela de S. Giraldo e sepulturas medievais).
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sábado, 15 de novembro de 2008

Azeite novo

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Com a campanha da colheita de azeitona em curso, o lagar já se encontra em plena laboração, retirando daquele fruto tão abundante na nossa freguesia, o liquido que irá fazer as delicias do nosso paladar durante o próximo ano.
-Para quem não sabe, até meados dos anos 50, as principais actividades económicas da população da Lousa, eram a cortiça, o azeite e a azeitona de conserva. Se tivermos em atenção que a oliveira é a árvore mais abundante na freguesia, ocupando muitas centenas de hectares, facilmente entendemos que era este o sector primário predominante da economia local.
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Em 1959 havia em laboração, na Lousa, cinco lagares de azeite: o da Casa Vaz Preto, o da D.ª Fernanda e o do Rocado, que há muito deixaram de trabalhar; o Lagar Novo que acabou por ser transformado em Museu Etnográfico; e o Lagar do Pinto que felizmente ainda se encontra a trabalhar e do qual aqui deixamos algumas fotos.
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A história e a cultura da Lousa, sempre andaram de mão dada com esta actividade. Aliás a Lousa pertenceu ao grupo dos pioneiros na produção de azeite de prato em Portugal, a qual remonta a meados do século XIX. Diz-nos Bulhão Pato em 1883, a propósito de Alexandre Herculano, quando este, em 1859, comprou a propriedade de Vale de Lobos:
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«Azeite de prato, como é notório, era coisa que não se conhecia em Portugal. Foi Herculano quem deu a iniciativa, fabricando o precioso azeite de Vale de Lobos. Seguiu-lhe o exemplo, Manuel Vaz Preto Geraldes, ...»
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Mesmo com toda esta tradição e cultura ligadas à azeitona e ao azeite, vão ficar por colher muitos milhares de oliveiras. É uma pena, mas é esta a realidade desde há muitos anos.
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domingo, 6 de julho de 2008

É tempo da cresta

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Estamos no Verão. Depois de passada a floração da maior parte das plantas eis que é chegada a altura da cresta. É tempo de ir ás colmeias e retirar o mel que milhares e milhares de abelhas, trabalhando de sol a sol, produziram ao longo da Primavera.

Foi isso que fizemos hoje nas colmeias do Zé Barata e do Quim Brilhantina. A produção pode-se considerar razoável.

Os outros apicultores da freguesia também se encontram a braços com este trabalho.

Aqui ficam estas fotos para registar o momento.



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