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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

O Campo Albicastrense

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Este artigo sobre o campo albicastrense é baseado nos inquéritos respondidos pelos párocos das freguesias, em meados do século XVIII, e que vieram a constituir as “Memórias Paroquiais”.

Tem uma referência sobre a Ribeira de Alpreade e “os muitos moinhos” que laboravam no termo da Lousa.

Clicar no recorte para ampliar.

in: Semanário “Reconquista”, edição de ontem, dia 19-02-2009
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domingo, 26 de outubro de 2008

Caminhada 26 de Outubro - Na rota dos moinhos

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Aqui ficam algumas fotos da caminhada de hoje até aos moinhos. Como se pode ver o pessoal aderiu bem à iniciativa. Houve crianças, jovens e menos jovens.
Depois veio o almoço, porco assado no espeto, e o convívio. O pessoal gostou. Uma iniciativa do União Lousense a repetir.
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quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Novamente os moinhos

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Como tinhamos já referido anteriormente, o caminho nesta zona encontrava-se completamente ocupado por um enorme matagal de silvas.
No próximo dia 26 vai realizar-se um passeio pedestre que inclui uma passagem pelos moinhos e felizmente que ainda há pessoas que se preocupam com a nossa cultura e tradições antigas.
Falamos do Tó Zé Barata que juntamente com dois funcionários da Junta de Freguesia, deitaram mãos à obra e limparam a zona, para receber os participantes do passeio.
Deste modo já foi possível tirar mais algumas fotos dos moinhos do Ti Zé Rocha e do Ti Moleiro que, tenho a certeza, muitos não conhecem.
Como podem verificar, o estado de degradação dos moinhos é quase total, mas, mesmo assim, não deixam de ser um marco histórico da nossa cultura, que é necessário divulgar e preservar o que resta.
Também a ribeira de Alpreade, na zona envolvente dos moinhos, mesmo quase seca, mantém tamanha beleza natural, que nos transmite uma enorme sensação de bem estar e nos convida à visita.
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quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Os Moinhos

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Para quem não sabe ou já não se lembra, a Lousa já foi terra de moleiros. Com efeito, na Ribeira de Alpreade e dentro dos limites da freguesia, havia em funcionamento três moinhos: o do Ti Moleiro, o do Ti Zé Rocha e o do Vaz Preto. Segundo julgo saber, mas que não conheço, na Tabeiró também havia um moinho da família Goulão.
Há dias fui até aos Moinhos. A ribeira encontra-se praticamente seca nesta altura do ano, mas como tinha comigo a máquina fotográfica, aproveitei para tirar umas fotos. Só não fui ao do Ti Moleiro, pois já estava calor e o caminho é um pouco acidentado.
É triste chegar ali e ver o estado em que se encontram. Completamente destruídos.
No do Ti Zé Rocha não se consegue ver praticamente nada. As silvas tomaram por completo conta do local. A lembrar que aquilo foi um moinho de água, apenas uma mó encostada à porta das ruínas e um bocado da caleira que conduzia a água para mover o moinho.
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No do Vaz Preto, o estado de degradação é semelhante, mas ainda dá para ver algumas coisas. Duas ou três mós entre as ruínas, algumas colunas que suportavam o sistema e os canais de saída da água e de regulação do caudal. Nas traseiras do moinho ainda existem dois fornos de cozer pão, que embora não estejam em muito bom estado ainda não ruíram.
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Segundo parece, o do Ti Moleiro encontra-se em igual estado. Um dia destes vou até lá.
É lamentável ver o grau de destruição a que chegou este riquíssimo património, que faz parte da nossa cultura. Creio que a sua recuperação agora, seria praticamente impossível.
Que pena, o local é tão lindo.
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