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domingo, 22 de dezembro de 2013
domingo, 23 de dezembro de 2012
sábado, 25 de dezembro de 2010
O Madeiro e a matança do porco
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Como já vem sendo tradição, cá está o madeiro a arder e o porquito, já morto e pendurado, à espera que acabe a missa do galo, para o pessoal cortar, assar e comer.
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terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Para aquecer o Natal
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Diz a tradição que o Natal deve ser frio e o madeiro bem grande para o aquecer. Quanto ao frio vamos ver o que o S. Pedro nos reserva, mas, pelo sim, pelo não, a parte do madeiro já está cumprida.
Este ano também só houve um mancebo (filho do Carlos e da Olga Barata) para tratar do madeiro, mas com a ajuda de amigos e familiares e com o apoio da junta de freguesia, mais uma vez se cumpriu a tradição.
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domingo, 27 de dezembro de 2009
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Cá está o madeiro
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Como já tem sido habitual valeram as ajudas, todas bem vindas, mas não podemos deixar de salientar a do Tó Zé Barata. Entusiasta como é das nossas tradições deu uma ajuda muito valiosa na organização do evento.
Também a Junta de Freguesia, este ano, teve que dar uma ajudinha, pois o importante é manter a tradição.
Também a Junta de Freguesia, este ano, teve que dar uma ajudinha, pois o importante é manter a tradição.
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domingo, 21 de dezembro de 2008
O Madeiro
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Cá está ele acabadinho de chegar. Felizmente que a tradição do madeiro ainda continua presente na nossa aldeia.
Este ano há apenas dois mancebos a quem coube a responsabilidade de providenciar o madeiro. Valeram os entusiastas e os amigos para ajudarem. É verdade que não tem o empolgamento de antigamente, motivado pela constante desertificação e consequente falta de jovens, mas também é verdade que se sente a firme vontade de manter a tradição.
Cá está ele acabadinho de chegar. Felizmente que a tradição do madeiro ainda continua presente na nossa aldeia.Este ano há apenas dois mancebos a quem coube a responsabilidade de providenciar o madeiro. Valeram os entusiastas e os amigos para ajudarem. É verdade que não tem o empolgamento de antigamente, motivado pela constante desertificação e consequente falta de jovens, mas também é verdade que se sente a firme vontade de manter a tradição.
Este é um costume que ninguém quer deixar perder, mas não podemos esquecer que a rapaziada começa a faltar e teremos que começar a pensar noutras alternativas. O importante é que a tradição não se perca e que as pessoas possam continuar a conviver ao calor da fogueira porque o Natal é época de alegria e de confraternização.
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