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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Outra Lousense com sucesso

Dr.a Filomena Maria Micaela de Oliveira Araújo

Para quem não sabe, a Dr.a Filomena Araújo é filha de Domingos Meruje de Oliveira e de Maria José Micaela. Nasceu a 6 de Dezembro de 1952 na Lousa, local onde também foi batizada, tendo por padrinhos Júlio Ramos e Clara Geirinhas. Reside em Évora desde 1978, onde, atualmente, é primeira secretária da Assembleia Municipal.

É Licenciada em Medicina e Mestre em Epidemiologia pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa.

É chefe de serviço de Saúde Pública a desempenhar funções na Unidade de Saúde Pública do Agrupamento de Centros de Saúde do Alentejo Central II, e docente no Departamento Universitário de Saúde Pública da Faculdade de Ciências Médicas. 

Foi Vereadora na Câmara Municipal de Évora, com os pelouros da Educação, Juventude, Social e Ambiente, de Outubro de 2005 a Outubro de 2009.

A nível profissional desempenhou funções no Centro de Saúde de Évora de 1985 a 1995 onde foi Delegada de Saúde; na Direcção Geral da Saúde, onde foi responsável pelo Núcleo de Água e Saúde de 1995 a 2000 e Chefe de Divisão de Saúde Ambiental de 2001 a 2005; participou em diversos programas e projectos da União Europeia e da Organização Mundial da Saúde na área do Ambiente e Saúde, nomeadamente como membro do Grupo Consultivo da Comissão Europeia para a elaboração do Plano de Acção Ambiente e Saúde 2004-2010, dos Comités das doenças relacionadas com a poluição, de acompanhamento da Directiva, relativa à água de consumo humano, e de avaliação do Processo Ambiente e Saúde na Europa.

Tem desenvolvido uma participação cívica activa colaborando com associações de desenvolvimento e intervenção local e de promoção da Saúde, intervindo activamente nas áreas da segurança ambiental e rodoviária e da saúde sexual e reprodutiva, colaborando e fazendo parte de corpos sociais de várias associações.

Ver mais informações aqui.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Homem de grandes causas

in: Semanário Reconquista, edição de 17-10-2013
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Morreu D. António Marcelino


in: Semanário Reconquista, edição de 17-10-2013

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Apelido da Lousa: Correia Lourenço

in: Semanário Reconquista, edição de hoje
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terça-feira, 30 de novembro de 2010

Nercab homenageia Benjamim Rafael

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in: Semanário "Povo da Beira", edição de hoje
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terça-feira, 16 de novembro de 2010

Nercab vai homenagear Benjamim Rafael

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in: Semanário "Povo da Beira", edição de hoje
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quinta-feira, 14 de outubro de 2010

O adeus a Benjamim Rafael

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in: Semanário "Reconquista", edição de hoje
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segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Benjamim de Oliveira Rafael

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Benjamim de Oliveira Rafael faleceu a noite passada, vitima de doença súbita.

O corpo está em câmara ardente na capela de São Sebastião, na Lousa e o funeral realizar-se-á amanhã, dia 12 de Outubro pelas 15H00, na Igreja Matriz de Alcains, seguindo depois para o cemitério dessa mesma localidade.

Benjamim de Oliveira Rafael era natural de Lousa e residente em Alcains. Tinha 60 anos, era casado com Ana Paula Rafael e deixa órfãs duas filhas.

Licenciado em engenharia electrotécnica e em engenharia civil pelo Instituto Superior Técnico, Benjamim Rafael estava à frente dos destinos da Associação Empresarial de Castelo Branco - NERCAB há cerca de 22 anos, exercendo o cargo de director executivo e onde deixou uma grande marca de regionalização através dos vários projectos desenvolvidos.

À família enlutada, Rabiscos Lousenses apresenta os mais sentidos pêsames.
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quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Arquitecto da Lousa em alta

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in: Semanário "Reconquista", edição de hoje
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quinta-feira, 27 de maio de 2010

Uma casa como nas revistas

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in: Semanário "Reconquista", edição de hoje.
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segunda-feira, 15 de março de 2010

Vasco Lourenço critica "demagogia" sobre antigos combatentes

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O presidente da Associação 25 de Abril criticou hoje, em entrevista à agência Lusa, a ideia de uma eventual trasladação de restos mortais dos combatentes portugueses caídos na guerra colonial.
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Segundo o coronel Vasco Lourenço, "se houver familiares que façam muita questão de que os seus familiares lá mortos regressem não vejo nada em contrário. Não me parece é que seja um desígnio do Estado português fazer uma campanha para que regressem todos, principalmente quando se entra na demagogia".
Na semana passada, o candidato presidencial Manuel Alegre tinha visitado Nambuangongo, em Angola, e afirmara na ocasião que tencionava, caso seja eleito, promover a trasladação para Portugal dos restos mortais dos combatentes portugueses aí sepultados.
Vasco Lourenço não nomeou especificamente o candidato Manuel Alegre nas suas declarações, mas afirmou: "Não sou adepto dessa campanha que se tem feito à volta disso". E acrescentou que, em sua opinião, há uma "exploração demagógica que muitas vezes se faz à volta desse assunto (...) principalmente porque se está a explorar demagogicamente e em termos públicos situações graves e dramáticas que se viveram"
Ainda segundo aquele militar de Abril, "o local mais próprio" para sepultar os mortos da guerra é aquele "onde morreram em combate". Vasco Lourenço propôs, pelo contrário, um empenhamento do Estado português para que "haja lá cemitérios em condições para quem acredita no culto dos mortos e se chegue a acordo com os novos países independentes para que possam ser tratados com decência"
O secretário de Estado da Defesa e dos Assuntos do Mar, Marcos Perestrello, respondeu a Vasco Lourenço que o Governo tem colaborado sobre este tema com a Liga dos Combatentes e o que "a Liga procura fazer é precisamente isso. É dignificar os locais onde os combatentes tombaram, recuperar os cemitérios e as campas onde estão sepultados".
Segundo Perestrelo, os militares portugueses caídos na guerra colonial "foram homens que morreram ao serviço do Estado Português e por isso devem ser garantidas condições dignas para as suas sepulturas. Esse é o objetivo primordial, e a esmagadora maioria ficam nos locais".
Entretanto, também em declarações à Lusa, Vasco Lourenço tinha deplorado a omissão que se verifica sobre a revolução dos cravos nas comemorações em curso sobre o centenário da República. Ainda segundo Vasco Lourenço, o símbolo da República deveria passar a incluir um cravo, visto que a revolução dos cravos foi o acontecimento fundador da Segunda República.
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in: RTP Notícias,10:52, 15 Março 2010
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terça-feira, 17 de novembro de 2009

Estela Barata, uma artesã notável

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Cá temos uma das nossas artesãs a ser notícia, a Estela Barata, que se encontra a participar numa exposição de presépios no Museu do Canteiro, em Alcains.

A exposição estará patente ao público até meados de Janeiro. Não deixem de a visitar.

In: Semanário “Povo da Beira”, edição de 17-11-2009
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sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Nova marca de vinho das Soberanas

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Na sequência das notícias que já aqui colocamos sobre o vinho das Soberanas, cujo produtor é o nosso conterrâneo Franklim Ferro Jorge, deixamos agora mais uma novidade.

“Com a colheita de 2006, nasceu o XS, uma nova marca no portfólio das Soberanas e que agora lhe vimos apresentar.

Trata-se de um vinho que representa, em primeiro lugar, a nossa consciência da conjuntura complexa que vivemos, com uma relação qualidade/preço imbatível. O que não significa que tenhamos descido a fasquia da qualidade. Todos os vinhos Soberanas são produzidos exclusivamente a partir das nossas vinhas, agora numa fase de maturidade que permite o surgimento de uma nova marca, como é o caso do XS.

Em segundo lugar, com o XS queremos mostrar a excelência das nossas uvas e a tipicidade do seu perfil. Estamos administrativamente na região de Terras do Sado e as nossas vinhas não estão muito distantes do Oceano Atlântico, com o que isso implica em termos de frescura e mineralidade. Ao mesmo tempo, estamos geograficamente imersos no Alentejo, a poucas dezenas de quilómetros de Beja, o que traz concentração e força aos nossos vinhos. O XS é o vinho que melhor representa essa ponte entre o Atlântico e o interior que as Soberanas apostaram em representar desde o seu início de actividade vitivinícola.

Finalmente, assumimos o XS com total liberdade de composição de lote, de ano para ano. São determinantes para a sua definição características como maturação, qualidade e concentração. O XS 2006, que lhe damos a conhecer, foi produzido a partir das castas Alicante Bouschet (33%), Trincadeira (31%), Aragonês (16%), Alfrocheiro (13%) e Tinta Caiada (7%). Estagiou 6 meses em barrica de carvalho francês, tendo depois repousado em cubas inox. Seguiu-se um período de cerca de um ano de estágio em garrafa, onde adquiriu a complexidade que queremos que comprove.

Prevemos que o P.V.P será na ordem de 8/9,00€/garrafa. O vinho apresenta-se em caixa de papelão de seis garrafas.”
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domingo, 6 de setembro de 2009

Foi Notícia em 06-09-2002

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in: Semanário "Reconquista", edição de 06-09-2002
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sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Bibliografia: “MFA Rosto do Povo – Cap. Vasco Lourenço”

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Editado pela Portugália Editora, “MFA Rosto do Povo” é o número 9 dos Cadernos Portugália que tinham como objectivo divulgar informações e dar ao povo português os fundamentos culturais que lhe permitiriam o exercício esclarecido dos seus direitos numa sociedade democrática.

Este caderno é sobre o Capitão Vasco Lourenço, no antes, durante e após o 25 de Abril.

A Biblioteca da Lousa possui um exemplar deste livro, autografado e oferecido pelo próprio Vasco Lourenço.
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quarta-feira, 29 de julho de 2009

Bibliografia – “Vasco Lourenço – do Interior da Revolução”

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Editado em Abril de 2009, este livro é um trabalho elaborado a partir de uma longa entrevista realizada por Maria Manuela Cruzeiro com Vasco Lourenço, entre 1992 e 1995, para o Projecto de História Oral do Centro de Documentação 25 de Abril da Universidade de Coimbra, o qual visa a recolha, preservação e divulgação de testemunhos directos da Revolução de 1974 e seu processo subsequente.

A oportunidade e o interesse desta obra decorrem, não só do incontestável protagonismo de Vasco Lourenço nesse período da nossa história recente, mas também do impressionante conjunto de dados, acontecimentos e personagens, com que enriqueceu o acervo de História Oral do Centro de Documentação 25 de Abril.

A Biblioteca da Lousa possui um exemplar deste livro, autografado e oferecido pelo próprio Vasco Lourenço.
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quinta-feira, 23 de julho de 2009

Foi Notícia em 23-07-1976

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in: Semanário "Reconquista", edição de 23-07-1976
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terça-feira, 9 de junho de 2009

Foi Notícia em 09-06-2005

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in: Semanário "Reconquista", edição de 09-06-2005
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sábado, 30 de maio de 2009

Foi Notícia em 30-05-2003

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in: Semanário "Reconquista", edição de 30-05-2003
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