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quarta-feira, 25 de maio de 2011

Fotos da Lousa com efeitos

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A Ana Abrantes enviou-nos as gravuras seguintes da Lousa, preparadas a partir de fotos com efeitos. Quem as quiser, no tamanho original, pode fazer a sua importação aqui: foto1 - foto2 - foto3.





segunda-feira, 16 de maio de 2011

Bibliografia: “As Danças Tradicionais da Lousa – Um Património da Beira Baixa”

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Realizou-se ontem, nas instalações do Museu Etnográfico da Lousa, a cerimónia de apresentação e lançamento do livro “As Danças Tradicionais da Lousa – Um Património da Beira Baixa”.

Editado pela Junta de Freguesia da Lousa e da autoria de Isabel Leal da Costa, é um estudo aprofundado e muito interessante sobre as danças da festa de Nossa Senhora dos Altos Céus, a Dança das Virgens, a Dança dos Homens e a Dança das Tesouras.

O livro pode ser encontrado no Museu Etnográfico ou na Junta de Freguesia da Lousa.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

A Fonte da Navancha de cara lavada

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A Fonte de Mergulho da Navancha encontra-se de cara lavada, mercê de uma consolidação e requalificação efectuadas pela Junta de Freguesia, continuando assim com uma politica de preservação e valorização do nosso património cultural e edificado.

Como podem ver pelas fotos que se seguem, a intervenção de consolidação agora efectuada era absolutamente necessária, pois a fonte encontrava-se na iminência de ruir devido ao seu abandono desde há muitos anos.

Antes


Agora
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quarta-feira, 21 de julho de 2010

Lagareta da Terra Grande

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Mais uma lagareta na Lousa que, infelizmente, se encontra bastante danificada restando apenas uma das pias.

Para quem a quiser visitar, fica na Terra Grande bem perto do Penedo da Boina.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

E os roubos não terminam

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O património da Lousa ficou mais pobre. Há uns tempos foram os bicos da escadaria da capela de Sta Bárbara que foram roubados. Depois foram os do portão do Laranjal. Na noite de quinta para sexta-feira foram os bicos e as caras que serviam de bicas no chafariz dos Lagares que desapareceram, tendo o chafariz ficado completamente mutilado.
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É uma pena, pois embora o chafariz fosse particular, não deixava de ser património da freguesia que, segundo conseguimos apurar junto do seu proprietário, teria mais de três séculos.

Fazemos votos (embora não acreditemos) que a polícia consiga, desta vez, apanhar estes larápios e destruidores de património.
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terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Requalificação das Alminhas

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As Alminhas do Alto da Lousa entraram em obras de requalificação. Vão ser deslocadas um pouco para o lado e rodadas de noventa graus para ficarem de frente para o cruzamento, pois actualmente estão de lado e nem se dá por elas.
O Alto da Lousa é a porta de entrada na freguesia e o local onde se encontram as Alminhas tem sido muito esquecido e mal tratado. Paragem de autocarros cheia de papeis colados, caixote do lixo, retroescavadora, lixo e montes de areia, é o que sobressai ali, como se pode ver pelas fotos. As Alminhas, que além de serem bem bonitas são património cultural importante, ficam completamente desenquadradas e escondidas no meio de toda aquela trapalhada.
Esperamos que a requalificação das Alminhas juntamente com a requalificação da estrada até S. Sebastião, traga ao local a dignidade que merece.
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sábado, 10 de outubro de 2009

Foi Notícia em 10-10-1980

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in: Semanário "Reconquista", edição de 10-10-1980
(Clicar no recorte para ampliar)

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Lindo!!!

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Quem disse que na Lousa não há casas bonitas? Vejam esta maravilha, uma autêntica pérola.
Sabem que casa é? Não vou dizer, mas é fácil descobrir.
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domingo, 2 de agosto de 2009

A Lousa em pratos de porcelana

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Em Junho de 2006, a Decor Art (de Paço D’Arcos) emitiu uma colecção de seis pratos em porcelana, com motivos da Lousa. Os motivos seleccionados foram a Igreja Matriz, a Junta de Freguesia, a Capela de Santa Bárbara, a Casa Paroquial, o Chafariz e o Cruzeiro de Santa Bárbara.

Cada prato mede 21 cm de diâmetro, os desenhos são pirogravados na porcelana a mais de 740ºC e o acabamento de cada prato é com um filete de ouro de 18 quilates. Além disso, cada prato é assinado, datado e numerado e é acompanhado de um Certificado de Autenticidade.

Segundo o folheto que divulgava a colecção, esta obra terá sido realizada com uma tiragem estritamente limitada e não terá ultrapassado as 50 séries completas. Cada prato custava, nessa altura, 19,95 €.

Desconheço quantas séries foram vendidas e se alguém da Lousa terá comprado alguma.

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quinta-feira, 4 de junho de 2009

Foi Notícia em 04-06-1967

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in: Semanário "Reconquista", edição de 04-06-1967
(Clicar no recorte para ampliar)
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quarta-feira, 3 de junho de 2009

Foi Notícia em 03-06-2005

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in: Semanário "Reconquista", edição de 03-06-2005
(Clicar no recorte para ampkiar)
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sábado, 30 de maio de 2009

Foi Notícia em 30-05-1980

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in: Semanário "Reconquista", edição de 30-05-1980
(Clicar no recorte para ampliar)
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sábado, 2 de maio de 2009

Bibliografia: “Tradições e Costumes da Beira”

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Este livro editado pela Alma Azul em Outubro de 2003, é uma selecção das recolhas de Jaime Lopes Dias (Tradições e Costumes da Beira), incluídas na colecção “Etnografia da Beira” do mesmo autor.
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Inclui com algum destaque tradições da Lousa, nomeadamente no que diz respeito à Dança dos Homens, Dança das Virgens e Dança das Tesouras.
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De referir que esta discrição das nossas danças, além de ser feita com muito pormenor, é a mais antiga que se conhece.
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terça-feira, 21 de abril de 2009

A pastorícia na Lousa

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A Lousa, integrada numa região de transumância e de pastos comuns, já teve, em tempos idos, a pastorícia como uma das suas grandes actividades económicas em que, além do queijo, a lã era exportada e outra vendida ás muitas fábricas de lanifícios que existiam em Portugal.
O fim dos pastos comuns trouxe, ao longo dos anos, a diminuição sucessiva desta actividade. Mais tarde, o advento da emigração quase que a liquidou.
A integração de Portugal na União Europeia e a política de apoios e subsídios, veio de novo dinamizar esta actividade na Lousa, embora sem a grandeza de antigamente. Mas, mesmo assim, ainda temos bonitos rebanhos, como o das fotos que se seguem tiradas na zona do S. Giraldo, um óptimo local para passear, onde além das ovelhas, podemos usufruir de uma bonita paisagem beirã e apreciar algum do nosso património (Capela de S. Giraldo e sepulturas medievais).
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segunda-feira, 23 de março de 2009

Foi Notícia em 23-03-2001

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in: Semanário "Reconquista", edição de 23-03-2001

(Clicar no recorte para ampliar)
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sábado, 20 de dezembro de 2008

Efemérides – Requalificação do Adro da Igreja

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Faz hoje dois anos que terminaram as obras de requalificação da zona envolvente à Igreja Matriz, transformando-a no espaço mais nobre da freguesia e conferindo-lhe um aspecto cuidado e agradável., dando-lhe assim a dignidade que merece.

Esta requalificação passou pela pavimentação geral do espaço com a utilização de materiais que permitiram destacar esta área relativamente à sua envolvente. Blocos de granito, lagetas de betão com acabamento de granito azul e lagetas de ardósia, permitiram um desenho de pavimento baseado num traçado ortogonal com o centro no cruzeiro e definindo um eixo visual que se direcciona para a igreja. Esta confluência de linhas confere protagonismo à entrada da igreja e relaciona-a com o cruzeiro.

Como sabem, até meados do século XIX os enterramentos eram feitos dentro das igrejas ou nas imediações, dependendo da importância social do defunto em causa. Por decreto de 26 de Novembro de 1845 que regulamentava as “Leis da Saúde”, Costa Cabral, que era Ministro do Reino, proibiu esse costume e obrigava a que os enterramentos fossem feitos nos cemitérios. Esta lei provocou um enorme descontentamento popular que originou, na primavera de 1846, a chamada “Revolta da Maria da Fonte” que levou mesmo à queda do governo cabralista.
Começaram então a construir-se cemitérios e fizeram-se transladações. Ainda me lembro de quando era miúdo, ouvir falar as pessoas mais idosas de isso também ter acontecido na Lousa.

Quando os trabalhos de requalificação do adro se iniciaram, foram abertas diversas valas para colocação de tubagens e cabos eléctricos. As fotos que se seguem foram tiradas nessa altura e ainda se podem ver algumas ossadas e crânios que ficaram sem ser transladados.
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