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Na Lousa não sei, mas em Castelo Branco começou a nevar novamente.
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domingo, 14 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Mais fotos da neve
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Mais algumas fotos da Lousa enviadas pelo João Miguel Baltazar, com a neve que, teimosamente, caiu durante quase todo o dia. Algumas já são da noite.
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domingo, 10 de janeiro de 2010
Neve - Hoje na Lousa
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Conforme prometido aqui ficam algumas fotos da neve que caiu hoje na Lousa. As fotos referem-se à situação por volta das 15 horas.
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Tombe la neige
Como já devem saber hoje nevou na Lousa e bem, situação que já não acontecia há bastantes anos.
Este pequeno filme é da altura em que começou a nevar, por volta das 11 horas, pois já dava para ver as farropinhas de neve a cair.
Mais tarde deixarei aqui umas fotografias.
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domingo, 20 de dezembro de 2009
Está nevando
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Na Lousa não sei, mas em Castelo Branco, neste momento, está a nevar.
Não é muita mas já dá para ver nos parabrisas dos carros.
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Na Lousa não sei, mas em Castelo Branco, neste momento, está a nevar.
Não é muita mas já dá para ver nos parabrisas dos carros.
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Temas:
Neve
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Afinal também nevou na Lousa
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É verdade, também nevou na Lousa. Pouca, mas nevou. Não deu para a fotografia, pelo menos por enquanto, mas deu para apreciar a beleza de a ver cair.
Em Castelo Branco caiu neve por volta das 8h30 e das 14h00. Ás 14h00 também caía na Lousa.
Ao ver, da minha janela, cair esses pequenos farrapinhos de neve, veio-o à lembrança, aquele lindo poema de Augusto Gil sobre a neve, que estava no nosso livro da 1ª classe (anos 50/60) e que quase todos o sabiam de cor.
Aqui o deixo para quem quiser recordar:
-Batem leve, levemente,
como quem chama por mim.
Será chuva? Será gente?
Gente não é, certamente
e a chuva não bate assim.
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É talvez a ventania:
mas há pouco, há poucochinho,
nem uma agulha bulia
na quieta melancolia
dos pinheiros do caminho...
como quem chama por mim.
Será chuva? Será gente?
Gente não é, certamente
e a chuva não bate assim.
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É talvez a ventania:
mas há pouco, há poucochinho,
nem uma agulha bulia
na quieta melancolia
dos pinheiros do caminho...
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Quem bate, assim, levemente,
com tão estranha leveza,
que mal se ouve, mal se sente?
Não é chuva, nem é gente,
nem é vento com certeza.
Quem bate, assim, levemente,
com tão estranha leveza,
que mal se ouve, mal se sente?
Não é chuva, nem é gente,
nem é vento com certeza.
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Fui ver. A neve caía
do azul cinzento do céu,
branca e leve, branca e fria...
Há quanto tempo a não via!
E que saudades, Deus meu!
Fui ver. A neve caía
do azul cinzento do céu,
branca e leve, branca e fria...
Há quanto tempo a não via!
E que saudades, Deus meu!
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Olho-a através da vidraça.
Pôs tudo da cor do linho.
Passa gente e, quando passa,
os passos imprime e traça
na brancura do caminho...
Olho-a através da vidraça.
Pôs tudo da cor do linho.
Passa gente e, quando passa,
os passos imprime e traça
na brancura do caminho...
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Fico olhando esses sinais
da pobre gente que avança,
e noto, por entre os mais,
os traços miniaturais
duns pezitos de criança...
Fico olhando esses sinais
da pobre gente que avança,
e noto, por entre os mais,
os traços miniaturais
duns pezitos de criança...
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E descalcinhos, doridos...
a neve deixa inda vê-los,
primeiro, bem definidos,
depois, em sulcos compridos,
porque não podia erguê-los!...
E descalcinhos, doridos...
a neve deixa inda vê-los,
primeiro, bem definidos,
depois, em sulcos compridos,
porque não podia erguê-los!...
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Que quem já é pecador
sofra tormentos, enfim!
Mas as crianças, Senhor,
porque lhes dais tanta dor?!...
Porque padecem assim?!...
Que quem já é pecador
sofra tormentos, enfim!
Mas as crianças, Senhor,
porque lhes dais tanta dor?!...
Porque padecem assim?!...
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E uma infinita tristeza,
uma funda turbação
entra em mim, fica em mim presa.
Cai neve na Natureza
e cai no meu coração.
E uma infinita tristeza,
uma funda turbação
entra em mim, fica em mim presa.
Cai neve na Natureza
e cai no meu coração.
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(Poema de Augusto Gil)
(Poema de Augusto Gil)
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quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Recordando ...(XXII)
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Com o frio que tem estado por cá nestes dias, sempre esperei ver um pouco de neve aqui no nosso burgo. Como isso não aconteceu, procurei nos meus arquivos fotográficos e encontrei esta foto, do espólio fotográfico do prof. Gardete, que mostra a beleza de tal situação.
A foto já tem uns bons aninhos, deve ser dos anos 50 ou 60, e tem algumas particularidades muito interessantes.
Reparem que a casa do Feiteira e do Centeio ainda não existiam. Vejam também o ribeiro, ainda não estava tapado. Deve ser das poucas fotos, pelo menos que eu conheça, que mostram o ribeiro de antigamente.
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A foto já tem uns bons aninhos, deve ser dos anos 50 ou 60, e tem algumas particularidades muito interessantes.
Reparem que a casa do Feiteira e do Centeio ainda não existiam. Vejam também o ribeiro, ainda não estava tapado. Deve ser das poucas fotos, pelo menos que eu conheça, que mostram o ribeiro de antigamente.
Temas:
Neve,
Recordando
segunda-feira, 7 de julho de 2008
Recordando ...(X)
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(Foto: Espólio fotográfico do Prof. Gardete)
A Rua de Nossa Senhora dos Altos Céus em dia de nevão. A foto deverá ter sido tirada em meados dos anos 50. A casa que é hoje do Elói já estava construída, mas a do Tonho Júlio e a do Daniel ainda nem tinham sido sonhadas.
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Temas:
Neve,
Recordando
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