Mostrar mensagens com a etiqueta Vasco Lourenço. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Vasco Lourenço. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Vasco Lourenço sentiu-se mal

in: Jornal i

  
Vasco Lourenço sentiu-se mal e chegou a desmaiar durante um almoço hoje no restaurante da Associação 25 de Abril
  
A situação clínica do "capitão de Abril" Vasco Lourenço, que hoje se sentiu mal e chegou a desmaiar durante um almoço, é "estável", permanecendo em observação na Urgência Polivalente do hospital de São Jose, disse à Lusa fonte hospitalar.
"Está em observação na Urgência Polivalente do Hospital de São José e a situação clínica é estável", disse a fonte.
Vasco Lourenço sentiu-se mal e chegou a desmaiar durante um almoço hoje no restaurante da Associação 25 de Abril, entidade a que preside.
O “capitão de Abril” saiu do restaurante já consciente e foi transportado numa viatura do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).
Vasco Lourenço, nascido em 1942, participava num dos almoços-debate promovidos pelo blogue do socialista António Colaço, no âmbito das comemorações dos 40 anos do 25 de Abril.

quarta-feira, 6 de março de 2013

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Apelido da Lousa: Correia Lourenço

in: Semanário Reconquista, edição de hoje
(Clicar no recorte para ampliar)

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Abril não desarma

A Associação 25 de Abril, da qual é presidente o nosso conterrâneo Vasco Lourenço, emitiu o manifesto “Abril não desarma”, em que esta Associação refere as razões pelas quais se desvincula das comemorações oficiais do 38.º aniversário do 25 de Abril.

MANIFESTO “Abril não desarma”

Há 38 anos, os Militares de Abril pegaram em armas para libertar o Povo da ditadura e da opressão e criar condições para a superação da crise que então se vivia. Fizeram-no na convicta certeza de que assumiam o papel que os Portugueses esperavam de si.
Cumpridos os compromissos assumidos e finda a sua intervenção directa nos assuntos políticos da nação, a esmagadora maioria integrou-se na Associação 25 de Abril, dela fazendo depositária primeira do seu espírito libertador.
Hoje, não abdicando da nossa condição de cidadãos livres, conscientes das obrigações patrióticas que a nossa condição de Militares de Abril nos impõe, sentimos o dever de tomar uma posição cívica e política no quadro da Constituição da República Portuguesa, face à actual crise nacional.
A nossa ética e a moral que muito prezamos, assim no-lo impõem!
Fazemo-lo como cidadãos de corpo inteiro, integrados na associação cívica e cultural que fundámos e que, felizmente, seguiu o seu caminho de integração plena na sociedade portuguesa.
Porque consideramos que:
Portugal não tem sido respeitado entre iguais, na construção institucional comum, a União Europeia.
Portugal é tratado com arrogância por poderes externos, o que os nossos governantes aceitam sem protesto e com a auto-satisfação dos subservientes.
O nosso estatuto real é hoje o de um “protectorado”, com dirigentes sem capacidade autónoma de decisão nos nossos destinos.
O contrato social estabelecido na Constituição da República Portuguesa foi rompido pelo poder.
As medidas e sacrifícios impostos aos cidadãos portugueses ultrapassaram os limites do suportável. Condições inaceitáveis de segurança e bem-estar social atingem a dignidade da pessoa humana.
Sem uma justiça capaz, com dirigentes políticos para quem a ética é palavra vã, Portugal é já o país da União Europeia com maiores desigualdades sociais.
O rumo político seguido protege os privilégios, agrava a pobreza e a exclusão social, desvaloriza o trabalho.
Entendemos ser oportuno tomar uma posição clara contra a iniquidade, o medo e o conformismo que se estão a instalar na nossa sociedade e proclamar bem alto, perante os Portugueses, que:
- A linha política seguida pelo actual poder político deixou de reflectir o regime democrático herdeiro do 25 de Abril configurado na Constituição da República Portuguesa;
- O poder político que actualmente governa Portugal, configura um outro ciclo político que está contra o 25 de Abril, os seus ideais e os seus valores;
Em conformidade, a A25A anuncia que:
- Não participará nos actos oficiais nacionais evocativos do 38.º aniversário do 25 de Abril;
- Participará nas Comemorações Populares e outros actos locais de celebração do 25 de Abril;
- Continuará a evocar e a comemorar o 25 de Abril numa perspectiva de festa pela acção libertadora e numa perspectiva de luta pela realização dos seus ideais, tendo em consideração a autonomia de decisão e escolha dos cidadãos, nas suas múltiplas expressões.
Porque continuamos a acreditar na democracia, porque continuamos a considerar que os problemas da democracia se resolvem com mais democracia, esclarecemos que a nossa atitude não visa as Instituições de soberania democráticas, não pretendendo confundi-las com os que são seus titulares e exercem o poder.
Também por isso, a Associação 25 de Abril e, especificamente, os Militares de Abril, proclamam que, hoje como ontem, não pretendem assumir qualquer protagonismo político, que só cabe ao Povo português na sua diversidade e múltiplas formas de expressão.
Nesse mesmo sentido, declaramos ter plena consciência da importância da instituição militar, como recurso derradeiro nas encruzilhadas decisivas da História do nosso Portugal. Por isso, declaramos a nossa confiança em que a mesma saberá manter-se firme, em defesa do seu País e do seu Povo.
Por isso, aqui manifestamos também o nosso respeito pela instituição militar e o nosso empenhamento pela sua dignificação e prestígio público da sua missão patriótica.
Neste momento difícil para Portugal, queremos, pois:
1. Reafirmar a nossa convicção quanto à vitória futura, mesmo que sofrida, dos valores de Abril no quadro de uma alternativa política, económica, social e cultural que corresponda aos anseios profundos do Povo português e à consolidação e perenidade da Pátria portuguesa.
2. Apelar ao Povo português e a todas as suas expressões organizadas para que se mobilizem e ajam, em unidade patriótica, para salvar Portugal, a liberdade, a democracia.

Viva Portugal!

ASSOCIAÇÃO 25 de ABRIL

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Vasco Lourenço diz que declarações de Otelo são "incompreensíveis" - RTP Noticias

-

O presidente da Associação 25 de Abril, Vasco Lourenço já respondeu às declarações de Otelo Saraiva de Carvalho, considerando-as "incompreensíveis" e acusou o capitão de abril de "confundir efetivamente" as motivações e os objetivos da revolução.

O antigo Chefe da Região Militar de Lisboa Vasco Lourenço considera que "não se pode confundir o que se passou nos últimos 37 anos com o 25 de Abril em si" e que os objetivos da "liberdade, democracia e paz" foram alcançados.

"Olhando para trás, gostava que a situação (do país) fosse muito melhor do que é. Isso não significa que se conclua 'se soubesse o que sei hoje não teria feito o 25 de Abril'. Afirmo, categoricamente, que ter-me-ia empenhado como me empenhei para fazermos um ato como o 25 de Abril", afirmou.

O estratega do 25 de Abril que comandou do quartel da Pontinha as movimentações militares que depuseram o regime de Salazar/Caetano afirmou numa entrevista a propósito do lançamento do seu livro “o dia inicial”, que, se soubesse como o país ia ficar não tinha realizado o 25 de Abril e que provavelmente faria como muitos saindo do país para o estrangeiro.

Otelo Saraiva de Carvalho deixou também um aviso à classe política afirmando que quando se mexe nos direitos adquiridos dos militares que eles se mexem e que se lhes retirarem direitos eles poderão avançar para uma nova revolução.

Vasco Lourenço, colega de Otelo na caminhada do Movimento das Forças Armadas, classifica as afirmações do seu companheiro como “incompreensíveis”. O capitão de Abril que já se desiludiu tantas vezes com o Otelo Saraiva de Carvalho, acusa-o de "confundir o que foi efetivamente o 25 de Abril".

"Também está mais do que demonstrado que – e o Otelo tinha mais que a obrigação de já ter percebido isso – as motivações maiores, que já vinham de trás, eram motivações políticas, de desejo de uma sociedade livre, democrática e de uma sociedade que não oprimisse outros povos, impondo-lhes uma guerra", afirmou.

A Associação 25 de Abril, de que Vasco Lourenço é o Presidente, vai mais uma vez assinalar a efeméride organizando a 34ª corrida da Liberdade com partida da Pontinha, que foi o coração da revolta, Largo do Carmo e Marquês do Pombal, terminando nos Restauradores. Paralelamente, promove o já tradicional desfile na Av. da Liberdade, a que se juntarão certamente para além dos populares representantes de vários partidos e de sindicatos.


-

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Foi Notícia em 12-10-2006

-
in: Semanário "Reconquista", edição de 12-10-2006
(Clicar no recorte para ampliar)

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Foi Notícia em 28-05-2009

-
in: Semanário "Reconquista", edição de 28-05-2009
(Clicar no recorte para ampliar)

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Foi Notícia em 07-05-2009 (2)

-
in: Semanário "Reconquista", edição de 07-05-2009
(Clicar no recorte para ampliar)

segunda-feira, 15 de março de 2010

Vasco Lourenço critica "demagogia" sobre antigos combatentes

-
O presidente da Associação 25 de Abril criticou hoje, em entrevista à agência Lusa, a ideia de uma eventual trasladação de restos mortais dos combatentes portugueses caídos na guerra colonial.
-
Segundo o coronel Vasco Lourenço, "se houver familiares que façam muita questão de que os seus familiares lá mortos regressem não vejo nada em contrário. Não me parece é que seja um desígnio do Estado português fazer uma campanha para que regressem todos, principalmente quando se entra na demagogia".
Na semana passada, o candidato presidencial Manuel Alegre tinha visitado Nambuangongo, em Angola, e afirmara na ocasião que tencionava, caso seja eleito, promover a trasladação para Portugal dos restos mortais dos combatentes portugueses aí sepultados.
Vasco Lourenço não nomeou especificamente o candidato Manuel Alegre nas suas declarações, mas afirmou: "Não sou adepto dessa campanha que se tem feito à volta disso". E acrescentou que, em sua opinião, há uma "exploração demagógica que muitas vezes se faz à volta desse assunto (...) principalmente porque se está a explorar demagogicamente e em termos públicos situações graves e dramáticas que se viveram"
Ainda segundo aquele militar de Abril, "o local mais próprio" para sepultar os mortos da guerra é aquele "onde morreram em combate". Vasco Lourenço propôs, pelo contrário, um empenhamento do Estado português para que "haja lá cemitérios em condições para quem acredita no culto dos mortos e se chegue a acordo com os novos países independentes para que possam ser tratados com decência"
O secretário de Estado da Defesa e dos Assuntos do Mar, Marcos Perestrello, respondeu a Vasco Lourenço que o Governo tem colaborado sobre este tema com a Liga dos Combatentes e o que "a Liga procura fazer é precisamente isso. É dignificar os locais onde os combatentes tombaram, recuperar os cemitérios e as campas onde estão sepultados".
Segundo Perestrelo, os militares portugueses caídos na guerra colonial "foram homens que morreram ao serviço do Estado Português e por isso devem ser garantidas condições dignas para as suas sepulturas. Esse é o objetivo primordial, e a esmagadora maioria ficam nos locais".
Entretanto, também em declarações à Lusa, Vasco Lourenço tinha deplorado a omissão que se verifica sobre a revolução dos cravos nas comemorações em curso sobre o centenário da República. Ainda segundo Vasco Lourenço, o símbolo da República deveria passar a incluir um cravo, visto que a revolução dos cravos foi o acontecimento fundador da Segunda República.
-
in: RTP Notícias,10:52, 15 Março 2010
-

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Foi Notícia em 30-11-2001

-
-

in: Semanário "Reconquista", edição de 30-11-2001
(Clicar nos recortes para ampliar)
-

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Bibliografia: “MFA Rosto do Povo – Cap. Vasco Lourenço”

-
Editado pela Portugália Editora, “MFA Rosto do Povo” é o número 9 dos Cadernos Portugália que tinham como objectivo divulgar informações e dar ao povo português os fundamentos culturais que lhe permitiriam o exercício esclarecido dos seus direitos numa sociedade democrática.

Este caderno é sobre o Capitão Vasco Lourenço, no antes, durante e após o 25 de Abril.

A Biblioteca da Lousa possui um exemplar deste livro, autografado e oferecido pelo próprio Vasco Lourenço.
-

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Bibliografia – “Vasco Lourenço – do Interior da Revolução”

-
Editado em Abril de 2009, este livro é um trabalho elaborado a partir de uma longa entrevista realizada por Maria Manuela Cruzeiro com Vasco Lourenço, entre 1992 e 1995, para o Projecto de História Oral do Centro de Documentação 25 de Abril da Universidade de Coimbra, o qual visa a recolha, preservação e divulgação de testemunhos directos da Revolução de 1974 e seu processo subsequente.

A oportunidade e o interesse desta obra decorrem, não só do incontestável protagonismo de Vasco Lourenço nesse período da nossa história recente, mas também do impressionante conjunto de dados, acontecimentos e personagens, com que enriqueceu o acervo de História Oral do Centro de Documentação 25 de Abril.

A Biblioteca da Lousa possui um exemplar deste livro, autografado e oferecido pelo próprio Vasco Lourenço.
-

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Foi Notícia em 23-07-1976

-

in: Semanário "Reconquista", edição de 23-07-1976
(Clicar no recorte para ampliar)
-

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Foi Notícia em 27-05-1976

-

---
in: Semanário "Reconquista", edição de 27-05-1976
(Clicar no recorte para ampliar)
-

domingo, 1 de março de 2009

Efemérides de Março

  • 10-03-1974 - O Capitão Vasco Correia Lourenço, descoberto como um dos principais conspiradores contra o regime do Estado Novo, foi preso na Trafaria.
    -
  • 18-03-1995 - Inauguração do Centro de Dia da Lousa

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Bibliografia – “No Regresso Vinham Todos”

-
Editado em 1978, pela Editorial Notícias, este livro não é sobre a Lousa mas o seu autor foi o nosso conterrâneo Vasco Lourenço, um dos capitães de Abril.

Mais do que a narração da guerra, este livro descreve-nos pequenos acontecimentos de uma comissão na guerra colonial, na Guiné (onde Vasco Lourenço foi comandante da CCAÇ 2540), e dá-nos conta das emoções, dos sentimentos, dos medos, dos passatempos, que passaram pela mente, pelo coração e pela vivência de um punhado de homens que viveram essa guerra.
-

sexta-feira, 25 de abril de 2008

25 de Abril

.
Comemoram-se hoje os 34 anos da Revolução de Abril.

Como Lousense que sou e como defensor dos valores da liberdade e da democracia, não posso deixar de lembrar um homem, também Lousense, que foi dos principais responsáveis de muito do que aconteceu no 25 de Abril de 1974: Vasco Lourenço, sim, foi um homem que lutou pela liberdade e foi essa liberdade que nos levou à construção da democracia.

Bem à nossa moda beirã: bem-hajas Vasco.