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segunda-feira, 16 de julho de 2012

Mel - ouro da nossa terra

Chegou o calor e com ele o tempo da cresta. É tempo de ir ás colmeias e beneficiar do trabalho árduo de milhares de abelhas que ao longo do ano, mas principalmente na Primavera, retiram o néctar das flores e o transformam, através de um processo químico natural, em mel, importante alimento para o equilíbrio do nosso organismo, devido à glicose e frutose que contém.
Infelizmente como o ano tem sido muito seco a primavera foi pouco florida o que teve como consequência uma baixa produção de mel, não afectando contudo a sua qualidade. Nunca é demais relembrar que o nosso mel, com aquela tonalidade de ouro tão característica, é na sua maior parte proveniente de ervas aromáticas, principalmente o rosmaninho, o que lhe confere uma qualidade excepcional em termos de sabor.
Deixamos aqui algumas fotos do passado sábado, em que podemos ver a retirada do mel, ainda por métodos artesanais, por alguns apicultores da Lousa.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Mais fácil vender produtos artesanais

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Por nos parecer importante dar conhecimento aos Lousenses, principalmente aos apicultores, as mudanças na lei que visam proteger e facilitar a venda de produtos artesanais, trancrevemos a notícia saída na edição de 04-08-2008 do Diário de Notícias, que se refere à Portaria 699/2008 de 29 de Julho:
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in: Diário de Motícias de 04-08-2008
por: Carla Aguiar
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Mudança na lei para proteger produtos artesanais
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Produtos tradicionais.
Vender poucas quantidades de ovos, mel ou peixe é mais simples, quanto à higiene. Instalações artesanais foram dispensadas de licenciamento e matanças facilitadas.
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Vendas e produção em pequena escala estão facilitadas.
Os pequenos produtores e os produtos tradicionais estão a ser alvo de uma série de medidas legislativas - despachos, circulares e relatórios - nos últimos dias para melhorar as suas condições de sobrevivência. Mas estes ainda desconhecem, na sua maioria, o que fazer para se defenderem da ASAE (Agência para a Segurança Alimentar e Económica).
Uma recente portaria conjunta dos ministérios da Agricultura e da Economia, datada de 29 de Julho, veio finalmente simplificar e facilitar as condições de higiene em que os pequenos produtores alimentares podem abastecer directamente o consumidor final, restaurantes ou outros estabelecimentos comerciais em pequenas quantidades.
Trata-se de regulamentar as derrogações previstas em regulamentos comunitários de 2004 e 2005 para determinados géneros alimentícios, que dão justamente aos Estados Membros a possibilidade de estabelecer as suas próprias regras para os pequenos produtores. A iniciativa governamental surge após queixas apresentadas por produtores e polémicas várias envolvendo a ASAE.
Naquela portaria fixa-se, nomeadamente, o que se entende por "pequenas quantidades" por produto, sendo que, para os ovos, a referência é estimada num máximo de 350 ovos por semana. Já para o mel, a quantidade máxima para ser considerada "pequena" é de 500 quilos anuais e para os produtos da pesca estipulou-se 150 quilos por semana. Mas estão obrigados a fazer o registo da sua actividade junto da Direcção-Geral de Veterinária. A portaria também refere carnes de capoeira, aves e caça.
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Outra alteração recente e com impacto benéfico para os pequenos produtores é uma circular do Gabinete de Planeamento do Ministério da Agricultura, de 9 de Julho, que desobriga de licenciamento determinadas instalações, de tipo habitacional ou transitório, destinadas a produções artesanais.
A circular, a que o DN teve acesso, revoga outra de Janeiro, e é pertinente no caso das queijeiras que fazem os queijos dentro das próprias habitações ou em anexos, ou ainda para quem se dedique à confecção de doçaria ou outros. Tal simplificação continua, contudo, a obrigar a uma rotulagem, para permitir a rastreabilidade do produto e um registo prévio na respectiva Direcção Regional de Agricultura e Pescas.
Também o grupo de trabalho constituído no início do ano por todos os grupos parlamentares, no âmbito da Comissão Parlamentar de Assuntos Económicos, acaba de emitir um relatório com recomendações para a protecção dos pequenos produtores/produtos tradicionais.
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domingo, 6 de julho de 2008

Querem sentir como é?

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Quem nunca assistiu ao vivo a uma cresta, nunca sentirá, olhando apenas para as fotografias, algumas sensações que provocarão arrepios a muita gente.
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Se quiser saber mesmo como é, sentindo-se em completa segurança, veja o filme que aqui colocamos. Para completar o cenário não se esqueça de ligar o som (um pouquinho alto).

É tempo da cresta

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Estamos no Verão. Depois de passada a floração da maior parte das plantas eis que é chegada a altura da cresta. É tempo de ir ás colmeias e retirar o mel que milhares e milhares de abelhas, trabalhando de sol a sol, produziram ao longo da Primavera.

Foi isso que fizemos hoje nas colmeias do Zé Barata e do Quim Brilhantina. A produção pode-se considerar razoável.

Os outros apicultores da freguesia também se encontram a braços com este trabalho.

Aqui ficam estas fotos para registar o momento.



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segunda-feira, 28 de abril de 2008

Bibliografia: “Muros apiários da bacia do médio Tejo”

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Este livro faz uma descrição pormenorizada dos muros apiários da bacia do médio Tejo (regiões de Castelo Branco e Cáceres) e inclui o muro apiário do Vaz Preto na Nogueira.

De salientar que um dos autores é José Joaquim Gardete, um nosso conterrâneo.
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