sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

No Parlamento toda a oposição votou contra a agregação das freguesias - PSD e CDS aprovam "extinção"

in: Semanário Reconquista, edição de ontem
(Clicar no recorte para ampliar)

sábado, 8 de dezembro de 2012

A montaria de hoje

Realizou-se hoje mais uma montaria organizada pela Acapel - Associação Desportiva de Caça e Pesca da Lousa, tendo sido abatidos cinco javalis, o maior dos quais, abatido pelo Mário Luis, pesava 110 quilos.



sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Bibliografia: “Esquema para uma Biografia da Cidade de Castelo Branco”

Da autoria de José Vasco Mendes de Matos e editado pelo autor em 1972, “Esquema para uma Biografia da Cidade de Castelo Branco” é um estudo sobre a cidade de Castelo Branco que inclui diversas referencias à Lousa.

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

David de Jesus Calaveiras

Faleceu no passado dia 25-11-2012, David de Jesus Calaveiras de 81 anos. Era natural de S. Miguel d’Acha e residia na Lousa. O funeral realizou-se para o cemitério da Lousa.

À família enlutada, Rabiscos Lousenses apresenta as mais sentidas condolências.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Escalos de Cima recebe Festival das Sopas

in: Semanário Reconquista, edição de hoje

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Providência cautelar contra redução de freguesias

in: Gazeta do Interior, edição de 21 de novembro

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Promessas de luta e mais luta

in: Gazeta do Interior, edição de 14 de novembro



quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Concelho ameaça com providência cautelar

in: Semanário Reconquista, edição de hoje
(Clicar no recorte para ampliar)

Reorganização Administrativa do Território - Conheça o novo mapa

in: Semanário Reconquista, edição de hoje
(Clicar no recorte para ampliar)

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

A Dança das Virgens na ilha Terceira - Açores

Numa recente viagem que fiz à ilha Terceira nos Açores, tive uma agradável surpresa.

Ao entrar no Centro Cultural e de Congressos de Angra do Heroísmo, mesmo junto à porta de entrada do auditório, deparei-me com um painel com uma fotografia da nossa Dança das Virgens, exposta ao lado de uma semelhante da povoação da Terra do Pão na ilha do Pico.

As fotos encontram-se identificadas, só que na nossa a etiqueta diz “Lousa – Fundão” em vez de “Lousa – Castelo Branco”.
Como se encontrava presente a Senhora Presidente da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo, Drª Sofia Gonçalves, aproveitei a oportunidade para a elucidar desse engano solicitando a sua correcção, a que ela, muito simpaticamente, acedeu de imediato. À parte o engano, foi muito gratificante ver um pouco da nossa tradição e cultura em terras tão distantes.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Viola Beiroa ainda presente na Dança dos Homens

in: Jornal do Fundão, edição de hoje
(Clicar no recorte para ampliar)


Nota: Este destacável encontra-se incluido num artigo que ocupa as duas páginas centrais desta edição e que tem por titulo "Com a viola Beiroa, as mãos seguem o seu caminho"

"Danças das Virgens" candidata a património imaterial

in: Jornal do Fundão, edição de hoje
(Clicar no recorte para anpliar)


(Esclarecimento de Rabiscos Lousenses: A candidatura a património imaterial, referida neste artigo, não se refere apenas à Dança das Virgens, pois inclui também a Dança dos Homens e a Dança das Tesouras.)

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Bibliografia: “Festas e Tradições Portuguesas - Maio”

Da autoria de Jorge Barros e Soledade Martinho Costa e editado pelo Círculo de Leitores em Setembro de 2002, “Festas e Tradições Portuguesas” é, como o nome indica, uma colectânea seleccionada de diversas festas e tradições portuguesas que têm lugar no mês de Maio e onde se inclui a Festa de Nossa Senhora dos Altos Céus, com toda a sua história e originalidade.

São onze páginas recheadas de excelentes fotografias recolhidas na festa do ano 2000 acompanhadas de texto explicativo das origens e preceitos da festa onde as nossas danças ocupam um lugar de destaque.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Quem foi Guilhermino Augusto de Barros

Guilhermino Augusto de Barros nasceu em São Faustino - Peso de Régua em 17-11-1828 no seio de uma família de pequenos lavradores locais, filho único de Francisco Manuel de Barros e de Maria Máxima. Faleceu em Lisboa no dia 16-04-1900 e jaz sepultado no jazigo de família, no Adro da Igreja de Alvações do Corgo.

Foi Bacharel em Direito pela Universidade de Coimbra onde foi condiscípulo de Manuel Vaz Preto Giraldes, de quem ficou grande amigo ao longo de toda a vida. Casou, em 1850, com Júlia Vaz Preto Giraldes, meia irmã de Manuel Vaz Preto Giraldes, que vivia em Lisboa num convento e que depois de casar, foi com o marido viver para a Lousa para casa do seu meio-irmão.

Foi na Lousa que Guilhermino Augusto de Barros e Júlia Vaz Preto Giraldes tiveram e baptizaram dois filhos:

- Guilhermino Augusto de Barros Vaz Preto Giraldes, nasceu na Lousa em 06-07-1871 e foi baptizado nesse mesmo ano, tendo como padrinhos o P.e Joaquim Augusto de Barros e D. Maria Joanna. Casou em 1897 em Coimbra com Maria de Sande Mexia Aires de Campos, filha dos primeiros Condes do Ameal.

- Maria Máxima Vaz Preto de Barros, nasceu na Lousa em 10-06-1876 e foi baptizada nesse mesmo ano, tendo como padrinhos Pedro d’Ordaz Caldeira e D. Maria Benedicta. Casou em 1902 em Lisboa (Anjos) com Francisco Morão Pinheiro Ramos de Athayde.

Em 26-09-1865 foi nomeado Governador Civil de Castelo Branco, tendo sido exonerado em 14-01-1868; em 07-12-1869 foi novamente nomeado Governador Civil de Castelo Branco, tendo sido exonerado em 23-06-1870; foi ainda nomeado Governador Civil de Bragança por decreto de 08-08-1860 tendo tomado posse no dia 7 do mês seguinte; foi também nomeado Governador Civil de Lisboa, tendo tomado posse em 11 de Maio de 1877 até Janeiro de 1878.

Entre 1858 e 1885 foi eleito diversas vezes deputado por Chaves, Vila Real, Covilhã e Idanha-a-Nova; foi eleito Par do Reino em 1885, por Lisboa, e nomeado Par do Reino vitalício em 1898; em 1877 foi nomeado director-geral dos Correios e Telégrafos e em 1882 foi nomeado no cargo de director-geral dos Correios, Telégrafos e Faróis, a recém criada direcção geral de que foi o primeiro titular, tendo ocupado este cargo até 1893; em 1884 foi nomeado director-geral do Comércio e Indústria.

Foi à frente da Direcção Geral dos Correios, Telégrafos e Faróis, que mais se notabilizou: promoveu e alargou a base de funcionamento dos correios, criando um serviço postal como hoje o conhecemos; participou em diversas conferências internacionais e em 1885 organizou um Congresso Postal em Lisboa; escreveu relatórios e memorandos sobre os sistemas postais; montou a rede de faróis da costa portuguesa, e mais tarde promoveu a criação da rede telefónica, assinando em nome do governo o contrato com os ingleses, que trouxeram o primeiro telefone para Portugal.

A título de curiosidade refira-se que a 26 de Abril de 1882, quando o Director Geral dos Correios, Guilhermino de Barros, inaugurou a rede telefónica da capital, a companhia britânica tinha 15 subscritores. Um mês mais tarde era publicada a primeira lista telefónica, totalizando 22 assinantes ligados à rede da Edison. A Companhia cobrava uma taxa fixa anual, independentemente do número de conversações efectuado pelo subscritor.

Uma outra situação curiosa, mas relativa ao seu mandato como Governador Civil de Castelo Branco, refere-se à construção de um novo balneário nas Termas da Touca (Alpedrinha). Diz assim uma inscrição na fachada dos balneários: “Começou esta obra no ano de 1866, sendo Governador Civil, Guilhermino Augusto Barros. Findou no ano de 1874, sendo Governador Civil, João José Vaz Preto Geraldes”. Como se pode ver, uma intervenção de dois governadores civis com fortes ligações à Lousa.

Escreveu inúmeras poesias em diferentes periódicos literários, poesia ultra-romântica, ao jeito e à moda da sua época.

Foi na Lousa, em 1879, que Guilhermino Augusto de Barros escreveu o notável romance histórico “O Castelo de Monsanto” que se desenvolve em torno dos preparativos para a incursão de D. Afonso V, por Castela, reclamando o trono para sua sobrinha, D. Joana a Excelente Senhora, com quem entretanto casara. A personagem principal é Branca, chamada «A Pérola», sobrinha do cardeal de Alpedrinha, o famoso D. Jorge da Costa. A jovem e bonita Branca tem uma paixão pelo irmão do conde de Monsanto, D. Rodrigo de Castro.

Praticamente no fim da sua vida, escreveu, em 1894, o livro “Os Contos do Fim do Século”, um poema épico de elogio aos homens que promoveram a mudança da sociedade portuguesa ao longo do século XIX.

Era grande amigo de Alexandre Herculano com o qual trocava correspondência. Essa relação de amizade poderá estar na origem da visita que Herculano efectuou à Lousa tendo sido recebido em casa de João José Vaz Preto, onde também residia Guilhermino de Barros. Foi assim que Herculano relatou essa estadia em “Apontamentos de Viagem pelo País”:

Setembro 1 - Partida das Águas para a Lousa, a 4 léguas e a 5 de Penamacor. Bestas genuínas de Penamacor. Caminhamos uma légua de noite; madrugada abafadiça; o território pela maior parte nu e com leves acidentes .....

Deixamos à esquerda Monsanto, ponto fortíssimo pela altura e isolamento da montanha em que está colocado e que se avista de quase todos os pontos elevados aquém Estrela; o seu antigo castelo, foi modernamente substituído por novas fortificações que voaram em consequência de um raio .....

Descemos a um vale profundo e assaz largo, por cujo meio passa o Alpreade em cujo leito areado se vêem alguns pegos e mesmo correr alguma água, nos sítios onde se não some por baixo da areia. Sobem-se outra vez algumas ladeiras e encaminhamo-nos para a Lousa, quase escondida no horizonte no meio de um círculo de arvoredo; terrenos áridos e pobres, mas geralmente cultivados do cereal mais comum da Beira oriental, o centeio. Chegamos à Lousa. Somos recebidos em casa de João José Vaz Preto.

Setembro 6 – Passeio pela manhã cedo com João Vaz Preto até aos outeiros à esquerda da quinta da Lousa: propriedade destes terrenos pela sua configuração ondulada para a construção dos lagos lombardos. A manhã fresca e o céu puro. Horizontes bem distintos.

A Beira Baixa, olhando em volta, parece um plano onde se eleva ao centro o monte de Castelo Branco, em cuja encosta oriental alveja a cidade. Este plano parece fechado semi circularmente de sudoeste a norte pelo prolongamento da Serra da Estrela a Abrantes; ao sul e sueste pelas serranias do Alto Alentejo e ao nascente pelas alturas que correm para o sul desde o elevado ponto de Monsanto.

Creio que partimos depois para Castelo Branco, depois para Vila Velha de Ródão, onde embarcamos no bote do Guerra vindo todo o Tejo até Santarém, onde nos demoramos poucos dias. Daí para Lisboa.

Como homenagem, nos anos 50, foi atribuído o seu nome a uma rua da cidade de Castelo Branco, junto à igreja do Cansado (segunda transversal entre a Alameda do Cansado e a Rua do Matadouro) “Rua Guilhermino de Barros”.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

António Pires dos Reis

Faleceu no passado dia 20-10-2012, António Pires dos Reis, de 85 anos, casado. Era natural da Lousa e residia em Escalos de Cima. O funeral realizou-se para o cemitério de Escalos de Cima.

À família enlutada, Rabiscos Lousenses apresenta as mais sentidas condolências.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Peregrinação a Fátima: a Lousa esteve presente

(Foto enviada por Ana Guida Ferreira )

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

João Caroça Geirinhas

Faleceu no passado dia 09-10-2012, João Caroça Geirinhas, de 91 anos, casado. Era natural e residente na Lousa e o funeral realizou-se para o cemitério da Lousa.

À família enlutada, Rabiscos Lousenses apresenta as mais sentidas condolências.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Bibliografia: “Passinhos de Nossa Senhora”

Da autoria de Fernanda Frazão e editado pela Apenas Livros, Lda. em Maio de 2006, “Passinhos de Nossa Senhora” é uma colectânea do lendário mariano, onde se inclui a narração de diversos milagres atribuídos a Nossa Senhora dos Altos Céus.

Infelizmente a obra revela o pouco cuidado que a autora teve, uma vez que situa estas lendas de Nossa Senhora dos Altos Céus na Lousã em vez de Lousa e na região de Coimbra em vez de Castelo Branco.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Manuéis - Convívio 2012

É no dia 6 de Outubro que os Manuéis da Lousa vão realizar o seu tradicional convívio anual. Este ano o local escolhido é o restaurante do Roque (Alto da Lousa).

Quem quiser participar poderá inscrever-se nos locais habituais.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012