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terça-feira, 27 de maio de 2008
segunda-feira, 26 de maio de 2008
Jogar à malha
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Não há dúvida, o pessoal da Lousa gosta mesmo de jogar à malha. Desta vez foi no convívio dos sportinguistas, realizado no passado sábado. E assistência não faltava.
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Temas:
Convívios,
Jogos Tradicionais,
Malha,
Sporting
Recordando ...(VI)
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Mais uma imagem do pessoal da danças quando de uma deslocação ao Algarve. Foi tirada na Praia da Rocha, no dia 23 de Agosto de 1965. Muita gente conhecida.(Foto: Espólio do Prof. José Gardete)
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Temas:
Danças,
Recordando
domingo, 25 de maio de 2008
Convívio Sportinguista 2008
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He pá! Aquilo esteve do melhor.
A meio da manhã começaram as entradas: um presuntinho e um queijinho deliciosos, com um branquinho de primeira.
A meio da manhã começaram as entradas: um presuntinho e um queijinho deliciosos, com um branquinho de primeira.
O almoço foi de arromba: porco fatiado assado no forno acompanhado de umas batatinhas novas também assadas no forno, com um tempero espectacular. Vinho tinto muito bom.
Á tarde: camarão cosido com fartura e umas cervejecas de barril.
Ao jantar: bacalhau assado na brasa acompanhado de batatas a
murro, até fartar.
Claro que não faltou uma saladinha de fruta e um caldinho verde para aconchegar o estômago.
A fechar, um enorme bolo e uma taça de espumante, para aqueles que ainda conseguiram comer e beber mais.
O ambiente, nos intervalos, também esteve óptimo.
Á tarde: camarão cosido com fartura e umas cervejecas de barril.
Ao jantar: bacalhau assado na brasa acompanhado de batatas a
murro, até fartar.
Claro que não faltou uma saladinha de fruta e um caldinho verde para aconchegar o estômago.A fechar, um enorme bolo e uma taça de espumante, para aqueles que ainda conseguiram comer e beber mais.
O ambiente, nos intervalos, também esteve óptimo.
Uns jogaram à malha, outros, principalmente os mais jovens, jogaram à bola, outros à sueca e outros ainda, à batota. Houve quem tocasse guitarra e cantasse ao desafio. Quem não jogou ou cantou, esteve em amena cavaqueira. Houve de tudo, mas sempre com boa disposição e alegria à mistura.
Estiveram presentes cerca de sessenta pessoas. A juventude devia ser à volta de uma dezena, alguns dos quais bem novinhos.
Também não houve dificuldade em arranjar uma comissão para o próximo ano. São eles: Tó Zé Barata, Chico, João Lameiras e Nicas (filho).
No final houve os habituais agradecimentos por parte da comissão. Foi também lida, pelo Joaquim Manuel Farias, uma mensagem do presidente do Núcleo Sportinguista de Castelo Branco, que não podendo estar presente, quis deste modo associar-se a esta confraternização, tendo ainda oferecido, ao pessoal da Lousa, uma placa comemorativa.
Não há dúvida, a comissão organizadora está de parabéns, pelo excelente dia que nos proporcionaram.
Estiveram presentes cerca de sessenta pessoas. A juventude devia ser à volta de uma dezena, alguns dos quais bem novinhos.Também não houve dificuldade em arranjar uma comissão para o próximo ano. São eles: Tó Zé Barata, Chico, João Lameiras e Nicas (filho).
No final houve os habituais agradecimentos por parte da comissão. Foi também lida, pelo Joaquim Manuel Farias, uma mensagem do presidente do Núcleo Sportinguista de Castelo Branco, que não podendo estar presente, quis deste modo associar-se a esta confraternização, tendo ainda oferecido, ao pessoal da Lousa, uma placa comemorativa.
Não há dúvida, a comissão organizadora está de parabéns, pelo excelente dia que nos proporcionaram.
Esta foto aqui fica a pedido, com um beijinho grande para os pais.
(Clicar na foto para ampliar)
sexta-feira, 23 de maio de 2008
Bibliografia: “Castelo Branco – Um Século na Vida da Cidade (1830-1930)”
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Um livro muito interessante, que nos mostra o que foi viver na cidade de Castelo Branco entre os anos de 1830 e 1930.Tem muitas referências sobre a Lousa, principalmente no que diz respeito à evolução do ensino, pois o autor, Manuel Alfredo de Morais Martins, frequentou a instrução primária nesta freguesia.
O livro pode ser adquirido na Câmara Municipal de Castelo Branco.
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Temas:
Bibliografia,
Escola,
História
As Danças da Lousa na Gazeta do Interior
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As Danças Tradicionais da Lousa, em louvor de Nossa Senhora dos Altos Céus, tiveram honras de quase uma página na edição de 21 de Maio de 2008 da Gazeta do Interior, o que nos deixou muito felizes, pois além de contribuir para a sua divulgação e incentivo, mostra o valor cultural e interesse que continuam a ter dentro e fora da nossa comunidade.Muito devemos à comunicação social, principalmente a regional, por não deixar cair no esquecimento das pessoas um dos valores culturais mais antigos e originais do nosso concelho. Com efeito, de uma maneira ou de outra, as nossas Danças têm tido um destaque muito significativo, o que tem contribuído para as manter vivas na memória de todos aqueles, que não sendo da Lousa, apenas tomam conhecimento desta riqueza cultural através da imprensa.
Sendo já uma tradição com muitos séculos de existência, é importante continuar a realçar a dedicação das pessoas que lhe dão vida, bem como o sentimento que move os Lousenses na continuação destas Danças. Embora a imprensa tenha conseguido e muito bem, realçar este aspecto, tem deixado, quase sem enfoque, um outro que também é muito importante em termos culturais. Refiro-me à utilização de dois instrumentos musicais: a viola beiroa e a genébres, que merecem ser mais divulgados.
Com efeito, as Danças da Lousa, continuam a usar a viola beiroa como durante séculos a utilizaram. Sendo um instrumento musical originário da beira, encontra-se praticamente “em vias de extinção” no que diz respeito à sua utilização popular. Podemos dizer que as Danças da Lousa, são o último reduto da viola beiroa.
Relativamente às genébres, convém realçar o imenso interesse manifestado por historiadores e etnólogos que assiduamente nos visitam e que as classificam como únicas no nosso país e de grande valor etnográfico.
Aproveito ainda para informar que na Lousa há um Museu Etnográfico que inclui um núcleo dedicado a estas Danças, onde poderá ser conhecida toda a sua história e tradição.
(Clique no jornal para ampliar e poder ler a reportagem)
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Temas:
Cultura,
Danças,
Genébres,
Museu Etnográfico,
Viola Beiroa
quinta-feira, 22 de maio de 2008
Recordando ...(V)
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Tanta maltinha. Quem andou na escola do Santo António nos anos 50, poderá estar nesta foto ou reconhecer muitos dos que lá estão.(Foto: Espólio do Prof. José Gardete)
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Escola,
Recordando
quarta-feira, 21 de maio de 2008
Lardosa - Exposição Fotográfica
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in: Reconquista de 21-05-2008
Junta de Freguesia recebe exposição
Fotografias mostram "Amigos da Lardosa"
"Os nossos amigos da Lardosa" é o título da exposição fotográfica da autoria de dois alunos do Agrupamento de Escolas José Sanches de Alcains, que é inaugurada na quarta-feira, dia 21 de Maio, pelas 17H30, no Salão da Junta de Freguesia de Lardosa. A mostra conta com o apoio do Instituto Português da Juventude de Castelo Branco.
Alexandra Mendes e João Pichel são os jovens fotógrafos que mostram o seu trabalho através de 32 fotografias que lançam um olhar sobre a geração que antecedeu a dos seus pais. Esta exposição é apresentada ao público como mostra final do trabalho realizado no Lar de Terceira Idade de Lardosa, por alunos do Agrupamento de Escolas José Sanches de Alcains. As fotos integram-se na Prova de Avaliação Final do Curso de Educação e Formação Fotográfica. Está patente ao público até dia 7 de Junho.
"Mais que um encontro de gerações, este trabalho é sobretudo de afectos, entre amigos que vivem na mesma aldeia, nos mesmos lugares... Os nossos Amigos da Lardosa é isso mesmo... gente da terra em fotografias", salientam os organizadores da iniciativa.
Junta de Freguesia recebe exposição
Fotografias mostram "Amigos da Lardosa"
"Os nossos amigos da Lardosa" é o título da exposição fotográfica da autoria de dois alunos do Agrupamento de Escolas José Sanches de Alcains, que é inaugurada na quarta-feira, dia 21 de Maio, pelas 17H30, no Salão da Junta de Freguesia de Lardosa. A mostra conta com o apoio do Instituto Português da Juventude de Castelo Branco.
Alexandra Mendes e João Pichel são os jovens fotógrafos que mostram o seu trabalho através de 32 fotografias que lançam um olhar sobre a geração que antecedeu a dos seus pais. Esta exposição é apresentada ao público como mostra final do trabalho realizado no Lar de Terceira Idade de Lardosa, por alunos do Agrupamento de Escolas José Sanches de Alcains. As fotos integram-se na Prova de Avaliação Final do Curso de Educação e Formação Fotográfica. Está patente ao público até dia 7 de Junho.
"Mais que um encontro de gerações, este trabalho é sobretudo de afectos, entre amigos que vivem na mesma aldeia, nos mesmos lugares... Os nossos Amigos da Lardosa é isso mesmo... gente da terra em fotografias", salientam os organizadores da iniciativa.
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Temas:
Exposições,
Lardosa,
Vizinhos
Bibliografia: “A alma secreta de Portugal”
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Este livro, da autoria de Paulo Alexandre Loução, tem um capítulo chamado “Beira Baixa – Uma Terra Impregnada de Mistério” que inclui uma entrevista com Maria Adelaide Neto Salvado onde se fala da Dança das Virgens e a sua semelhança com o culto à deusa Vesta. Mais uma referência sobre o nosso património cultural.
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Temas:
Bibliografia,
Dança das Virgens
terça-feira, 20 de maio de 2008
Mais três
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Ano após ano, a chaminé do edifício da Junta de Freguesia, tem sido o berço de um casal de cegonhas. Este ano, parece que a ninhada foi óptima. Foram mais três cegonhinhas, que a avaliar pela foto tirada hoje, já se encontram bem crescidinhas.Pouco tempo deve faltar para abandonarem o ninho e encetarem uma nova vida.
É linda a natureza.
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Temas:
Curiosidades,
Momentos
A mudança dos tempos e a festa
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Vem isto a propósito dos dias destinados à realização da Festa em Honra de Nossa Senhora dos Altos Céus, pois muitos se recordarão ainda, quando a festa se iniciava no sábado e terminava na terça-feira.
Uma das principais condições para se ter sucesso, é estar sempre atento à mudança dos tempos. O tempo passa e tudo muda. Muda o gosto e a vontade das pessoas. Mudam as condições sociais e económicas. Mudam as condições de trabalho e de emprego. Muda a maneira de viver das pessoas e a sua disponibilidade.
A seguir ao 25 de Abril, uma das conquistas dos trabalhadores foi deixarem de trabalhar aos sábados. Podemos dizer que a partir do fim da tarde de sexta-feira, as pessoas entravam em fim de semana. Em finais dos anos 70, uma comissão viu nisso uma oportunidade e antecipou o inicio dos festejos para a noite de sexta-feira. Uma mudança que se mostrou acertada pois essa noite passou a ser a segunda melhor da festa.
Ao longo dos anos, terça-feira foi sempre um dia exclusivamente destinado a jogos populares e actividade desportiva, onde praticamente só participavam pessoas da Lousa. A deslocação de muitos Lousenses para locais distantes, onde têm o seu trabalho que os obriga a regressar ao domingo, o mais tardar segunda-feira, a escassez cada vez maior de crianças, os emigrantes que deixaram de vir em massa por altura da festa, foram situações que, de ano para ano, tiraram à terça-feira, a importância e o movimento de outrora. A comissão do ano de 2003, tendo-se apercebido dessa situação, passou a terminar a festa na noite de segunda-feira, poupando com isso esforços vãs e recursos. Mais uma mudança que se impunha.
Uma das principais condições para se ter sucesso, é estar sempre atento à mudança dos tempos. O tempo passa e tudo muda. Muda o gosto e a vontade das pessoas. Mudam as condições sociais e económicas. Mudam as condições de trabalho e de emprego. Muda a maneira de viver das pessoas e a sua disponibilidade.
A seguir ao 25 de Abril, uma das conquistas dos trabalhadores foi deixarem de trabalhar aos sábados. Podemos dizer que a partir do fim da tarde de sexta-feira, as pessoas entravam em fim de semana. Em finais dos anos 70, uma comissão viu nisso uma oportunidade e antecipou o inicio dos festejos para a noite de sexta-feira. Uma mudança que se mostrou acertada pois essa noite passou a ser a segunda melhor da festa.
Ao longo dos anos, terça-feira foi sempre um dia exclusivamente destinado a jogos populares e actividade desportiva, onde praticamente só participavam pessoas da Lousa. A deslocação de muitos Lousenses para locais distantes, onde têm o seu trabalho que os obriga a regressar ao domingo, o mais tardar segunda-feira, a escassez cada vez maior de crianças, os emigrantes que deixaram de vir em massa por altura da festa, foram situações que, de ano para ano, tiraram à terça-feira, a importância e o movimento de outrora. A comissão do ano de 2003, tendo-se apercebido dessa situação, passou a terminar a festa na noite de segunda-feira, poupando com isso esforços vãs e recursos. Mais uma mudança que se impunha.
Aqui temos dois exemplos de sucesso, do que significa estar atento à mudança dos tempos. Não ter medo das mudanças, quando elas se justificam, revela-se inteligente e necessário.
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Temas:
Crónicas,
Festa Nª Srª Altos Céus
segunda-feira, 19 de maio de 2008
As Danças de Nossa Senhora dos Altos Céus
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Ontem, após o recolher da procissão de Nossa Senhora dos Altos Céus, as Danças da Lousa prestaram, como sempre o têm feito, a homenagem à sua padroeira.
Em frente à igreja, como manda a tradição que o povo da Lousa tão bem conseguiu preservar ao longo de muitos séculos, a Dança das Virgens e a Dança dos Homens, brindaram-nos com mais uma actuação de agradecimento à devota deste povo.
Registamos com agrado a presença de caras novas. É bom que isso vá acontecendo em benefício da sua continuidade. Lamentamos, no entanto, a falta do guardião na Dança das Virgens.
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A procissão de Nossa Senhora dos Altos Céus
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Sem dúvida que um dos momentos mais altos, da procissão de Nossa Senhora dos Altos Céus, continua a ser o adeus, no recolher da sua imagem.
A devoção e a fé, estampadas no rosto das pessoas e os lenços brancos acenando, num adeus cheio de emoção, são a prova de que Nossa Senhora dos Altos Céus, hoje, tal como ontem, continua a viver no coração dos Lousenses. A procissão deste domingo, mais uma vez, mostrou isso mesmo.
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Temas:
Festa Nª Srª Altos Céus
domingo, 18 de maio de 2008
A ornamentação
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A Comissão de Festas 2008 está de parabéns. Com efeito, quem visitou a festa na noite de ontem terá constatado que a ornamentação estava uma maravilha, quer das ruas e do largo, quer da igreja. Para nós, podemos dizer que é uma das mais bonitas destes últimos anos. Parabéns e boa sorte para o resto dos festejos.
Temas:
Festa Nª Srª Altos Céus
sábado, 17 de maio de 2008
O seu a seu dono
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Quando se entra no recinto das festas de Nossa Senhora dos Altos Céus, o primeiro contacto visual que se tem é com a quermesse, que este ano ostenta um toldo novo, que bem necessitava, o qual tem na aba, quase em toda a sua volta, escrito em letras garrafais “COMISSÃO DE FESTAS 2007”.Um visitante que chegue ali, ao primeiro impacto com aquela enorme inscrição, dirá: “bolas, enganei-me, esta festa é a do ano passado”. Caindo em si, talvez pense: “não, aquilo quer dizer que foi a Comissão de Festas de 2007, que construiu a quermesse”.
Puro engano. Nem uma coisa, nem outra. Nem o visitante viajou no tempo chegando um ano mais cedo, nem a Comissão de Festas de 2007 construiu a quermesse. Para que não restem dúvidas, há que dar o seu a seu dono.
A estrutura exterior da quermesse foi feita pela Comissão de 1987, a estrutura interior incluindo as prateleiras foi feita pela Comissão de 2005, e o toldo, esse sim, foi feito pela Comissão de 2007.
O mesmo se passa em relação ao palco. A Comissão de 2007 mandou fazer os toldos laterais e muito bem, mas o palco foi construído, na sua totalidade, pela Comissão de 2005, à qual também tive a honra de pertencer.
Não somos contra a colocação da referência das Comissões nos elementos de logística que oferecem, pois acaba por ser um prémio pelo trabalho, esforço e empenho, que puseram na realização das festas. No entanto, induzir em erro as pessoas e ofuscar o trabalho dos outros, que puseram também muito empenho, esforço e dedicação, para que as festas fossem um êxito, não nos parece justo. Nestes casos concretos, em letras bem mais pequenas e num canto mais dissimulado, bem poderiam ter escrito: “Toldo mandado construir pela Comissão de Festas de 2007”. Assim estaria mais correcto, ninguém seria induzido em erro e toda a gente saberia.
Afinal, um pouco de discrição é bonito e fica sempre bem.
Não somos contra a colocação da referência das Comissões nos elementos de logística que oferecem, pois acaba por ser um prémio pelo trabalho, esforço e empenho, que puseram na realização das festas. No entanto, induzir em erro as pessoas e ofuscar o trabalho dos outros, que puseram também muito empenho, esforço e dedicação, para que as festas fossem um êxito, não nos parece justo. Nestes casos concretos, em letras bem mais pequenas e num canto mais dissimulado, bem poderiam ter escrito: “Toldo mandado construir pela Comissão de Festas de 2007”. Assim estaria mais correcto, ninguém seria induzido em erro e toda a gente saberia.
Afinal, um pouco de discrição é bonito e fica sempre bem.
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Crónicas,
Festa Nª Srª Altos Céus
quinta-feira, 15 de maio de 2008
“Santos e Pecadores na festa da Lousa”
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A freguesia da Lousa, vai estar em festa este fim de semana com os habituais festejos em louvor de Nossa Senhora dos Altos Céus.
A tradição é fruto de uma promessa que remonta a 1640, quando uma praga de gafanhotos assolou toda a região da Beira Baixa.
Os crentes, acorreram com grande devoção a Nossa Senhora, pedindo auxílio e protecção, para que os livrasse desta praga. Nossa Senhora dos Altos Céus, ouviu as preces do povo da Lousa que até hoje mantém fiel a sua promessa e devotamente assinala a festa da padroeira.
Do programa religioso consta no sábado, às 20H30 a Procissão, seguida de Eucaristia. No dia seguinte, a Eucaristia tem lugar às 15H00 seguida da Procissão. Para as 15H00 de segunda-feira está marcada a Eucaristia seguida de Procissão.
Esta festa é também já conhecida pelas suas danças tradicionais, que no domingo, depois da missa, enchem de harmonia e simplicidade o adro da igreja Matriz. Ali acolhem muitos populares e forasteiros para apreciar a “dança das virgens” e a “dança dos homens”.
O programa popular destaca para o dia inaugural, sexta-feira, dia 16, às 23H00, a actuação do grupo “Dexys”, seguido do grupo “Rockline”.
Para sábado está marcada uma prova de perícia com inicio às 14H00. A animação da noite está a cargo do grupo “Ondas”, e às 00H30 sobe ao palco o conhecido grupo musical “Santos e Pecadores”. A partir das 3H30 pode assistir a um espectáculo piromusical da responsabilidade da pirotécnia Oleirense.
No domingo a população acorda ao som da alvorada e do grupo de bombos “Os Vicentinos”. Às 18H00 actua a Agrotuna, de Castelo Branco. O grupo “Oásis Trio” está encarregue de animar a noite.
Para o último dia de festa, segunda-feira, realiza-se a tradicional garraiada com a presença da ganadaria de S. Francisco de Sousel. À noite actua o grupo “Onda Sonora”.
A tradição é fruto de uma promessa que remonta a 1640, quando uma praga de gafanhotos assolou toda a região da Beira Baixa.
Os crentes, acorreram com grande devoção a Nossa Senhora, pedindo auxílio e protecção, para que os livrasse desta praga. Nossa Senhora dos Altos Céus, ouviu as preces do povo da Lousa que até hoje mantém fiel a sua promessa e devotamente assinala a festa da padroeira.
Do programa religioso consta no sábado, às 20H30 a Procissão, seguida de Eucaristia. No dia seguinte, a Eucaristia tem lugar às 15H00 seguida da Procissão. Para as 15H00 de segunda-feira está marcada a Eucaristia seguida de Procissão.
Esta festa é também já conhecida pelas suas danças tradicionais, que no domingo, depois da missa, enchem de harmonia e simplicidade o adro da igreja Matriz. Ali acolhem muitos populares e forasteiros para apreciar a “dança das virgens” e a “dança dos homens”.
O programa popular destaca para o dia inaugural, sexta-feira, dia 16, às 23H00, a actuação do grupo “Dexys”, seguido do grupo “Rockline”.
Para sábado está marcada uma prova de perícia com inicio às 14H00. A animação da noite está a cargo do grupo “Ondas”, e às 00H30 sobe ao palco o conhecido grupo musical “Santos e Pecadores”. A partir das 3H30 pode assistir a um espectáculo piromusical da responsabilidade da pirotécnia Oleirense.
No domingo a população acorda ao som da alvorada e do grupo de bombos “Os Vicentinos”. Às 18H00 actua a Agrotuna, de Castelo Branco. O grupo “Oásis Trio” está encarregue de animar a noite.
Para o último dia de festa, segunda-feira, realiza-se a tradicional garraiada com a presença da ganadaria de S. Francisco de Sousel. À noite actua o grupo “Onda Sonora”.
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Temas:
Festa Nª Srª Altos Céus
Aniversário da Acapel
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Foram fundadores, assinando a respectiva escritura, os seguintes sócios: João Manuel da Silva Meruge, José António Teles Chaves, José Marcelino Sequeira de Almeida, Eduardo Marques de Oliveira e Manuel Marques Barata.
Consta da escritura o seguinte:
“Que constituem uma Associação denominada “ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA DE CAÇA E PESCA DE LOUSA”, que tem a sua sede na freguesia da Lousa, concelho de Castelo Branco.”
“O seu objectivo é a promoção de caça e pesca e a formação desportiva, cultural e recreativa dos seus associados, a manutenção do equilíbrio entre as diferentes componentes da fauna, o combate ao furtivismo e outras transgressões dos regulamentos da caça e a exploração racional da caça sobre terrenos que tanto podem ser dos associados, gratuitamente cedidos para o efeito, como arrendados.”
Passados todos estes anos, a Acapel conta com cerca de 40 sócios, entre caça e pesca, e viu, no passado dia 27 de Abril, a inauguração da sua sede.
Consta da escritura o seguinte:
“Que constituem uma Associação denominada “ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA DE CAÇA E PESCA DE LOUSA”, que tem a sua sede na freguesia da Lousa, concelho de Castelo Branco.”
“O seu objectivo é a promoção de caça e pesca e a formação desportiva, cultural e recreativa dos seus associados, a manutenção do equilíbrio entre as diferentes componentes da fauna, o combate ao furtivismo e outras transgressões dos regulamentos da caça e a exploração racional da caça sobre terrenos que tanto podem ser dos associados, gratuitamente cedidos para o efeito, como arrendados.”
Passados todos estes anos, a Acapel conta com cerca de 40 sócios, entre caça e pesca, e viu, no passado dia 27 de Abril, a inauguração da sua sede.
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Temas:
Acapel,
Associações,
Efemérides
quarta-feira, 14 de maio de 2008
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